
by: bruno haddad
oazulcelestenasceparapoucos
em um dia que o mineirão se vestiu de azul e branco a confiança interrompeu o sonho de um
tri campeonato continental... sim. seria a maior festa de todos os tempos.. jogadores sonharam, lutaram e cairam de cabeça erguida, diante de 64,800 mil pessoas. crianças que tiveram o prazer de ver a tríplice coroa estavam ali cantando, sorrindo e acreditando em mais um título. como eu disse, a confiança interrompeu o sonho, mais não o prazer a satisfação e o reconhecimento de que somos os maiores de Minas.
perder um título é simplesmente perder um propósito. ganhar nem sempre é possível, mais viver essa emoção é coisa única, não é pra você que solta foguetes comemorando a derrota do rival, é para você que nasceu, cresceu, sentiu, ganhou, perdeu, sonhou, sorriu e chorou por esse time de constelação. a grandeza de um time toma mais força, quando a derrota não é esperada, ganha mais um capítulo em 88 anos de história, onde
jovens e adultos tiveram o prazer de gritar é campeão por várias e várias vezes...
sim. no dia da aforra, o céu que deveria nascer turvo, nasceu com um azul forte... um azul azul. sem meio ton. um azul que mostra a grandeza a história e a glória de tantas conquistas e personagens, que nunca sairão de nossas vidas. não se sinta derrotado, sinta-se mais forte para seguir em frente, são apenas 88 anos de história de um clube que nasceu na itália e fez crianças, jovens, adolescentes, adultos e os nossos avós terem orgulho mesmo que na derrota, ter e ver, todo o azul do céu celeste predominar.
o azul que você vê ai de baixo, é celeste, é rico, tem história e tem o prazer de cobrir toda uma cidade e uma nação do mais puro azul cruzeiro.
sim. o azul celeste nasce para poucos.
bruno haddad
tropa celeste.